🛡️ Prévia educacional em revisão médica neurológica Use para treino de exame e raciocínio anatômico; não para excluir emergência, definir etiologia ou decidir tratamento isoladamente. Gate de revisão

🖼️ Novo: atlas com 20 imagens do exame →

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🧠 Sessão 01 · Semiologia · Neurologia · Topografia

Examine em ordem.
Localize antes de nomear.

Um método reproduzível para transformar achados em síndrome, lado e nível anatômico — do córtex ao músculo — sem decorar listas soltas.

Novo aprofundamento: 19 seções, 28 casos, 40 flashcards, atlas de cruzamentos e trilhas de 10/25/50 minutos.

Adultos · ensino e simulação · nenhum dado de paciente é solicitado ou transmitido · revisão de fontes realizada em 05/09/2026.

Déficit neurológico agudo é emergência até prova em contrário

  • Início súbito de fraqueza, assimetria facial, fala/linguagem ou campo visual alterado.
  • Rebaixamento, primeira crise, estado de mal, cefaleia explosiva, febre com meningismo ou deterioração rápida.
  • Fraqueza ascendente/bulbar com dispneia, nova retenção urinária/anestesia em sela ou déficit com dor vertebral.

Ação: interrompa o treino, estabilize ABC, verifique glicemia e sinais vitais e ative a via institucional apropriada. Um exame normal ou NIHSS baixo não exclui AVC de circulação posterior.

Do achado ao nível anatômico

Escolha o nível que explica o maior número de achados com o menor número de lesões. Depois procure um achado que possa refutar sua hipótese.

🧭 topografia ≠ etiologia
  1. 0
    Estabilidade + tempo

    ABC, glicemia, consciência e início/último momento bem. Súbito favorece vascular, crise ou trauma; o tempo orienta etiologia, mas não substitui a topografia.

  2. 1
    Função cortical?

    Afasia, negligência, apraxia, agnosia, crise focal ou extinção apontam para hemisfério/rede cortical.

  3. 2
    Face, braço e perna

    Mapeie distribuição e densidade. Déficit puro e proporcional sem sinal cortical sugere subcórtex; predomínios ajudam a ler o homúnculo.

  4. 3
    Sinais cruzados?

    Par craniano ipsilateral com trato longo contralateral é tronco até melhor explicação.

  5. 4
    NMS ou NMI?

    Espasticidade/hiperreflexia/Babinski versus atrofia/fasciculação/hiporreflexia. Na fase aguda, sinais podem ainda não estar completos.

  6. 5
    Há nível ou território?

    Nível sensitivo e esfíncter sugerem medula; dermátomo/miótomo sugere raiz; nervo nomeado sugere mononeuropatia.

  7. 6
    Coordenação e fadiga

    Dismetria/ataxia localizam cerebelo/conexões; fatigabilidade sem sensitivo sugere junção; proximal simétrico sugere músculo.

// simulador sem dados do paciente

Radar de localização

Marque um cenário didático. O radar ranqueia níveis compatíveis e mostra o que falta examinar; não fornece diagnóstico.

Achados que realmente estão presentes
Selecione os achados dominantes.Comece com um ou dois sinais fortes; excesso de caixas pode representar mais de uma lesão ou um cenário mal definido.

Sequência que reduz omissões

Faça um rastreio consistente; aprofunde o componente alterado. Compare lados, descreva o achado e só depois interprete.

0/29 concluídos
01

Preparar

Segurança, consentimento, idioma, lateralidade, dispositivos e observação espontânea.

02

Funções superiores

Consciência, atenção, memória, linguagem, praxis, gnosia e negligência.

03

Pares cranianos

Testar de forma agrupada e dirigida, sem manobras contraindicadas.

04

Motor

Trofismo, movimentos, drift, tônus, força e distribuição.

05

Reflexos

Profundos, plantar e clônus, sempre comparativos e contextualizados.

06

Sensibilidade

Modalidades primárias, padrão, nível e funções corticais sensitivas.

07

Coordenação e marcha

Separar ataxia cerebelar, sensitiva, vestibular e limitação motora.

08

Sintetizar

Tempo + síndrome + lado + nível + evidências a favor/contra + próximo teste.

Checklist interativoProgresso fica apenas neste dispositivo; não registre nome, prontuário ou achados de paciente.
08:00
// frase de fechamento

Documente para que outro examinador consiga reconstruir o raciocínio

“Déficit de início [tempo], configurando síndrome [motor/sensitivo/cortical/etc.], lateralizada para [lado], mais compatível com lesão em [nível/local], sustentada por [achados] e com [achados contrários/ausentes]. Prioridade: [urgência]. Próximo passo confirmatório: [exame].”

Afasia: teste seis eixos antes de rotular

Fala espontânea/fluência → compreensão → nomeação → repetição → leitura → escrita. Confirme visão, audição, consciência e capacidade motora.

💬 hemisfério dominante
Ilustração conceitual da rede dominante da linguagem, com vias dorsais e ventrais conectando regiões frontais, temporais e parietais.
Rede da linguagem: o modelo clássico ajuda a começar, mas produção, compreensão e repetição dependem de córtex e substância branca distribuídos.
1 · FluênciaExtensão da frase, esforço, prosódia, gramática e conteúdo informativo.
2 · CompreensãoPalavras, ordens de 1–3 passos, perguntas sim/não e estruturas sintáticas.
3 · NomeaçãoObjetos, partes e ações; observe circunlóquio e parafasia sem entregar pistas cedo.
4 · RepetiçãoPalavra → pseudopalavra → frase curta → frase longa não previsível.
5 · LeituraReconhecer palavra, ler em voz alta e compreender frase escrita.
6 · EscritaEspontânea, ditado e cópia; considere mão dominante e fraqueza.
// classificador educacional

Qual padrão clássico mais se aproxima?

O resultado é uma linguagem comum para descrever desempenho, não um substituto para avaliação fonoaudiológica ou neuroimagem.

Pronto para comparar.Se nomeação estiver preservada ou o perfil for misto, descreva cada eixo em vez de forçar um subtipo.
Painel conceitual comparando padrões de redes de linguagem associados às principais síndromes afásicas.
Regra de ouro: repetição separa padrões transcorticais dos perisilvianos clássicos; fluência e compreensão completam o primeiro mapa.
PadrãoFluênciaCompreensãoRepetiçãoPista topográfica

Examine testa, olhos e boca — depois procure companhia

A distribuição facial orienta, mas o contexto e os sinais associados impedem o erro perigoso.

🙂 VII par
Comparação conceitual entre fraqueza facial de padrão supranuclear e fraqueza nuclear ou periférica do nervo facial.
Teste quatro movimentos: repouso, elevar sobrancelhas, fechamento ocular forte, sorrir/mostrar dentes; acrescente fala, bochechas e piscamento.
Supranuclear / central

Predomínio na hemiface inferior contralateral

  • Testa e fechamento ocular costumam estar relativamente mais fortes.
  • Procure hemiparesia, hiperreflexia, afasia, negligência ou campo visual.
  • Lesão hemisférica fica contralateral à face fraca.
Nuclear / infranuclear

Hemiface superior e inferior ipsilaterais

  • Testa lisa, fechamento ocular fraco e queda da boca no mesmo lado.
  • Busque otalgia/vesículas, hiperacusia, gosto, lacrimejamento, trauma e outros pares.
  • Núcleo pontino pode imitar neuropatia periférica.
⚠️ A “testa poupada” não é absoluta.

Em estudo de 2025, fraqueza facial superior foi observada em parte relevante dos pacientes com paresia central por AVC, geralmente menos intensa que a inferior. Portanto, envolvimento da testa não exclui lesão central; diplopia, nistagmo, ataxia, déficit de membro ou alteração cortical mudam imediatamente a localização e a urgência.

AchadoCentral hemisférica típicaNuclear/periférica típicaArmadilha
TestaRelativamente poupada ou menos fracaFraca no lado da lesãoPoupança não é universal no AVC
Fechamento ocularRelativamente preservadoIncompleto/fraco; risco corneanoAVC grave também pode enfraquecer parte superior
BocaFraqueza inferior contralateralFraqueza ipsilateralCompare ativação voluntária e emocional
Sinais associadosFace-braço-perna, linguagem, negligênciaGosto, hiperacusia, lacrimejamento, otalgiaPonte causa face periférica + sinais cruzados

Do nervo ao tronco encefálico

Um único nervo pode ser periférico; múltiplos pares com tratos longos sugerem tronco, base do crânio, seio cavernoso ou meninges conforme o conjunto.

I–XII
I–II · Olfato e visão

I — olfatório

Teste apenas se indicado, uma narina por vez e com odor familiar não irritante. Anosmia pode ser nasal, frontal basal, traumática ou neurodegenerativa.

II — óptico

Acuidade monocular, cores quando indicado, campos, fundo e aferência pupilar. Perda monocular é pré-quiasmática; defeito homônimo é retroquiasmático.

III–IV–VI · Pupilas e olhos

Inspecione ptose, anisocoria e posição primária; teste reação direta/consensual, versões, sacadas, perseguição e diplopia. Uma paresia dolorosa do III com pupila alterada exige investigação vascular urgente.

  • III: adução, elevação, depressão, pálpebra e parassimpático pupilar.
  • IV: depressão em adução; inclinação compensatória pode ajudar.
  • VI: abdução; lesão nuclear pontina pode comprometer olhar conjugado.
V–VII · Face

V: toque/dor em V1–V3, mastigação e mandíbula; córneo-palpebral aferente V1 quando indicado. VII: repouso, testa, olhos, sorriso e bochechas; córneo-palpebral eferente VII.

Déficit de face completo com sinais cruzados pode estar no núcleo/fascículo do VII na ponte, mesmo parecendo “periférico”.

VIII · Audição e equilíbrio

Rastreie cada ouvido, depois Rinne/Weber se houver assimetria. Observe nistagmo, skew, impulso cefálico e marcha conforme o cenário. HINTS não é triagem genérica: requer síndrome vestibular aguda contínua, examinador treinado e técnica correta.

IX–X · Fonação e deglutição

Ouça voz e tosse, observe secreções e palato. Disfonia, tosse fraca e disfagia podem localizar bulbo, nervos, junção ou músculo. Reflexo nauseoso ausente isoladamente é pouco específico; não ofereça líquido se houver risco de aspiração.

XI–XII · Pescoço e língua

XI: girar a cabeça e elevar ombros contra resistência. XII: bulk/fasciculações, protrusão e força lateral. Lesão periférica desvia a língua para o lado fraco; lesão supranuclear pode produzir padrão contralateral, geralmente sem atrofia.

Localize pelo padrão, não pela força isolada

Fraqueza deve ser descrita por distribuição, tônus, reflexos, sensibilidade e músculos acompanhantes.

NMS ↔ NMI
Ilustração conceitual da via corticoespinal desde o córtex motor até a medula e o neurônio motor inferior.
Decussação: lesão acima das pirâmides costuma causar déficit contralateral; abaixo, ipsilateral.
Ilustração conceitual comparando colunas dorsais e via espinotalâmica, incluindo seus níveis diferentes de cruzamento.
Duas cruzes diferentes: coluna dorsal cruza no bulbo; espinotalâmica cruza na medula após poucos segmentos.
Ilustração conceitual do eixo medula, raiz, plexo, nervo periférico, junção neuromuscular e músculo.
Periférico em camadas: dermátomo/miótomo → múltiplos nervos → nervo nomeado → fatigabilidade → proximalidade.
NívelDistribuiçãoTônus/reflexosSensitivoPista forte
NMSPadrão piramidal, hemicorpo ou abaixo do nívelEspasticidade, hiperreflexia, clônus; podem faltar no inícioVariávelBabinski +, perda de destreza, pronator drift
Corno anterior/NMIMiotômico ou segmentarHipotonia/hiporreflexiaPreservado no corno anteriorAtrofia e fasciculações
RaizMiótomo; dor em dermátomoReflexo da raiz reduzidoDermatomal, frequentemente incompletoDor radicular/paravertebral
PlexoMais de um nervo e mais de uma raizReflexos conforme troncos/fascículosPatchyNão cabe em um único nervo
NervoTerritório motor do nervoReflexo relacionado pode cairTerritório cutâneo do nervoMúsculos poupados separam raiz de nervo
JunçãoOcular/bulbar ou proximal, flutuanteGeralmente preservados; LEMS é exceçãoPreservadoFatigabilidade e facilitação
MúsculoProximal e simétrico em muitos quadrosPreservados até fraqueza avançadaPreservadoDificuldade para levantar/subir/elevar braços

Coluna dorsal

Vibração, propriocepção e tato discriminativo. Ataxia sensitiva piora ao fechar os olhos; lesão medular causa perda ipsilateral abaixo do nível antes do cruzamento bulbar.

Espinotalâmica

Dor e temperatura. Cruza na medula, usualmente alguns segmentos após a entrada; lesão lateral causa perda contralateral abaixo do nível.

Cortical sensitiva

Extinção, astereognosia e agrafestesia exigem sensibilidade primária suficiente e compreensão da tarefa; sugerem rede parietal contralateral.

O padrão do campo aponta para o caminho

Teste cada olho por confrontação, compare quadrantes e diferencie perda monocular de defeito homônimo.

👁️ via óptica
Sequência conceitual simétrica dos olhos, nervos ópticos, quiasma, tratos, relés, radiações e córtex occipital.
A imagem mostra somente a sequência geral. Leia os padrões no texto: monocular → nervo/retina; bitemporal → quiasma; homônimo → via retroquiasmática contralateral.
Retina / nervo ópticoPerda monocular, escotoma, acuidade/cor e RAPD conforme extensão.
QuiasmaDefeito bitemporal clássico; procure relação selar/suprasselar.
Trato ópticoHemianopsia homônima contralateral, por vezes incongruente e com RAPD.
Radiação temporalQuadrantanopsia superior contralateral.
Radiação parietalQuadrantanopsia inferior contralateral.
OccipitalDefeito homônimo mais congruente; preservação macular pode ocorrer, mas não é obrigatória.

Cruze pares cranianos com tratos longos

O lado do par craniano ajuda a nomear o lado do tronco; o membro pode estar comprometido do lado oposto.

↗ sinais cruzados
Ilustração conceitual do mesencéfalo, ponte e bulbo com nervos cranianos e tratos longos em padrão cruzado.
Tronco: pupila/III sugere mesencéfalo; VI/VII e olhar conjugado, ponte; IX–XII, Horner e sinais bulbares, bulbo.
Ilustração conceitual do cerebelo mostrando vermis, hemisférios e conexões responsáveis por controle axial e de membros.
Cerebelo: hemisfério tende a causar dismetria ipsilateral de membro; vermis/flóculo-nódulo afetam tronco, marcha e olhos.

Mesencéfalo

III par, pupilas, movimentos verticais, pedúnculos e tremor/ataxia. III ipsilateral + hemiparesia contralateral é um padrão cruzado clássico.

Ponte

V–VIII, olhar horizontal e vias longas. Face completa ipsilateral + hemiparesia contralateral não é Bell isolada.

Bulbo

IX–XII, voz/deglutição, língua, Horner, ataxia e vias sensitivas/motoras. Vigie proteção de via aérea e ventilação.

Cerebelo

Dismetria, decomposição, rebote, tremor de intenção, fala escandida e ataxia. Fraqueza, perda proprioceptiva e vertigem podem falsear testes.

10 pranchas para revisar a topografia

Diagramas conceituais gerados para o projeto. Não são exames reais, não contêm dados de pacientes e não devem ser usados como referência anatômica única.

10 · 16:9
Mapa conceitual dos lobos cerebrais e de funções motoras, sensitivas, visuais e de linguagem.
01
Córtex funcionalFrontal · parietal · temporal · occipital
Rede conceitual dominante da linguagem com vias dorsais e ventrais.
02
Rede da linguagemProdução · semântica · fonologia
Painel conceitual de padrões afásicos e redes relacionadas.
03
Padrões afásicosFluência · compreensão · repetição
Via corticoespinal conceitual do córtex à medula.
04
Via corticoespinalNMS · decussação · NMI
Comparação conceitual da fraqueza facial central e periférica.
05
Face central × periféricaTesta · olhos · boca · companhia
Via óptica conceitual e padrões de perda de campo visual.
06
Campos visuaisPré-quiasma · quiasma · retroquiasma
Tronco encefálico conceitual e sinais neurológicos cruzados.
07
Tronco encefálicoPares ipsilaterais · tratos contralaterais
Comparação conceitual entre colunas dorsais e via espinotalâmica.
08
Vias sensitivasModalidade · cruzamento · nível
Topografia conceitual do cerebelo e suas manifestações.
09
CerebeloVermis · hemisfério · olhos
Eixo conceitual da medula ao músculo para localização periférica.
10
Eixo neuromuscularRaiz · plexo · nervo · junção · músculo

Casos rápidos de topografia

Escolha primeiro o nível anatômico. O feedback explica a pista localizadora e a principal armadilha.

0/8 respondidos

Fontes e limites

Referências consultadas para técnica, localização, linguagem, face, via óptica e sinais de emergência. Acesso verificado em 05/09/2026.

17 fontes

Revisão humana obrigatória

A prévia pública permite estudo e crítica. Uso como material institucional exige revisão assinada e adaptação local.

pendente

Neurologia

Validar exame, lateralização, linguagem, face, tronco, medula e casos.

Fonoaudiologia

Revisar tarefas em português, vieses culturais, afasia, disartria e apraxia.

Ensino/simulação

Cronometrar OSCE, testar documentação e calibrar feedback dos casos.

Governança

Registrar versão, data, responsáveis e fluxos locais de emergência.

Atlas visual · 20 imagens widescreen

Abra uma prancha, descreva o que reconhece e confira a legenda. Figuras sintéticas e esquemáticas, em revisão médica.

N01 · Córtex funcional
Vista lateral do cérebro com regiões corticais em cores sobre fundo azul-escuro.
Cores destacam os lobos e as regiões pré e pós-central. Os limites são didáticos, não um mapa individual de localização.
Correlação: Neuroanatomia e localização corticalBaixar PNG
N02 · Rede da linguagem
Cérebro com conexões esquemáticas entre regiões envolvidas na linguagem.
A linguagem depende de redes distribuídas; os destaques não equivalem a centros isolados nem definem sozinhos um subtipo de afasia.
Correlação: Linguagem e afasiasBaixar PNG
N03 · Cápsula interna
Corte do cérebro destacando feixes da cápsula interna.
A cápsula interna concentra fibras em um espaço pequeno. A lateralidade e os sinais associados devem ser analisados no exame clínico.
Correlação: Síndrome motora subcorticalBaixar PNG
N04 · Via corticoespinal
Trajeto motor esquemático que cruza no bulbo e desce no lado oposto da medula.
Visão conceitual do eixo córtex–tronco–medula. A maioria das fibras cruza no bulbo caudal; não utilizar o traçado artístico como atlas de tratos.
Correlação: Força e sinais piramidaisBaixar PNG
N05 · Pesquisa do reflexo patelar
Examinador percute o tendão patelar de uma pessoa sentada com a perna relaxada.
A percussão é feita no tendão patelar com o membro relaxado. O reflexo depende do nervo femoral e dos segmentos L2–L4; o nível de uma lesão exige correlação com o exame.
Correlação: Reflexos profundosBaixar PNG
N06 · Pesquisa da resposta plantar
Instrumento rombo na borda lateral do calcanhar para pesquisa da resposta plantar.
Estimule a borda lateral da planta, do calcanhar ao antepé, seguindo medialmente ao final. Interprete a resposta dos dedos com idade, técnica e demais achados.
Correlação: Sinais de liberação piramidalBaixar PNG
N07 · Nervo periférico e músculo
Membro superior com nervos em transparência e detalhe ampliado de fascículos.
Raiz, plexo e nervo periférico produzem distribuições distintas. Trajetos são simplificados e o detalhe fascicular foi ampliado; a localização exige correlacionar força, sensibilidade e reflexos.
Correlação: Neurônio motor inferior e sistema periféricoBaixar PNG
N08 · Junção neuromuscular
Terminal nervoso, vesículas e receptores em uma junção neuromuscular ampliada.
A transmissão entre nervo e músculo depende de liberação, receptores e resposta da fibra. A imagem é uma representação molecular simplificada.
Correlação: Fatigabilidade e transmissão neuromuscularBaixar PNG
N09 · Modalidades sensitivas
Mão e antebraço com receptores sensitivos e fuso muscular ampliados.
Tato, dor, temperatura, vibração e posição articular devem ser examinados separadamente e comparados entre os lados. Receptores ampliados e distribuídos de forma esquemática; as posições ilustradas não definem territórios exclusivos.
Correlação: Sensibilidade e propriocepçãoBaixar PNG
N10 · Medula em corte transversal
Corte transversal da medula com substâncias cinzenta e branca e raízes nervosas.
A organização transversal da medula ajuda a correlacionar sinais motores, sensitivos e autonômicos. Os territórios coloridos são esquemáticos.
Correlação: Síndromes medularesBaixar PNG
N11 · Tronco encefálico
Tronco encefálico com ponte, bulbo e conexões nervosas representadas artisticamente.
Mesencéfalo, ponte e bulbo integram vias longas e funções de nervos cranianos. A imagem apoia a orientação espacial, não a localização exata de núcleos.
Correlação: Síndromes alternas e pares cranianosBaixar PNG
N12 · Exame das pupilas
Pessoa com os olhos abertos enquanto uma lanterna ilumina um deles.
Compare tamanho, simetria e respostas direta e consensual. A iluminação da prancha é ilustrativa e não estabelece diagnóstico.
Correlação: Reflexos pupilaresBaixar PNG
N13 · Exame da motilidade ocular
Pessoa acompanha lateralmente o dedo de uma examinadora com os olhos.
O paciente acompanha um alvo com os olhos, mantendo a cabeça imóvel. A avaliação inclui amplitude, alinhamento, diplopia e nistagmo, conforme a posição do olhar.
Correlação: Pares III, IV e VIBaixar PNG
N14 · Motricidade da face
Face com assimetria do sorriso e músculos faciais parcialmente sobrepostos.
Observe fronte, fechamento ocular e sorriso em conjunto. A presença ou ausência de fraqueza frontal, isoladamente, não define a origem central ou periférica.
Correlação: Nervo facial e paresia facialBaixar PNG
N15 · Via óptica
Dois olhos conectados ao quiasma óptico com fibras cruzadas e não cruzadas em cores.
As fibras nasais cruzam no quiasma e as temporais permanecem ipsilaterais. A prancha não representa defeitos de campo visual individuais.
Correlação: Visão e localização topográficaBaixar PNG
N16 · Cerebelo e coordenação
Cerebelo com folíolos, vermis e corte mostrando a substância branca ramificada.
Vermis, hemisférios e conexões cerebelares contribuem para equilíbrio e coordenação. As divisões funcionais não têm limites rígidos.
Correlação: Síndrome cerebelarBaixar PNG
N17 · Prova índice–nariz
Pessoa leva o indicador ao nariz enquanto a examinadora oferece um alvo.
A precisão, a decomposição e a oscilação do movimento são avaliadas durante a tarefa. Uma imagem estática não demonstra o desempenho completo.
Correlação: Dismetria e coordenação apendicularBaixar PNG
N18 · Teste de Romberg
Pessoa em pé, pés juntos e olhos fechados, com examinadora próxima para proteção.
A piora ao fechar os olhos sugere dependência visual para o equilíbrio. Romberg não deve ser tratado como sinônimo de prova cerebelar.
Correlação: Equilíbrio e aferência proprioceptivaBaixar PNG
N19 · Marcha parkinsoniana
Pessoa mais velha caminhando com postura fletida e pequeno balanço dos braços.
Postura fletida, passos curtos e menor balanço dos braços são pistas a integrar com bradicinesia, rigidez e outros achados.
Correlação: Marcha e movimentos anormaisBaixar PNG
N20 · Pesquisa de sensibilidade vibratória
Base de um diapasão apoiada sobre o hálux, com as hastes voltadas para cima.
A vibração é testada sobre proeminências ósseas e comparada distal e proximalmente. Integre a resposta com posição articular e demais modalidades.
Correlação: Exame sensitivo distalBaixar PNG