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SEMIOLOGIA · ANATOMIA · EXAME CLÍNICO

Um olhar mais próximo
do exame clínico.

40 ilustrações para conectar anatomia, sinais e prática. Explore a coleção, amplie os detalhes e escolha as imagens de cada módulo.

20 Neurológicas20 Cardiovasculares16:9 Widescreen*

*1672 × 941 px · PNG · Formato aproximado de 16:9

40 imagens na coleção

N01 Neurológica

Córtex funcional

Neuroanatomia e localização cortical

Cores destacam os lobos e as regiões pré e pós-central. Os limites são didáticos, não um mapa individual de localização.

N02 Neurológica

Rede da linguagem

Linguagem e afasias

A linguagem depende de redes distribuídas; os destaques não equivalem a centros isolados nem definem sozinhos um subtipo de afasia.

N03 Neurológica

Cápsula interna

Síndrome motora subcortical

A cápsula interna concentra fibras em um espaço pequeno. A lateralidade e os sinais associados devem ser analisados no exame clínico.

N04 Neurológica

Via corticoespinal

Força e sinais piramidais

Visão conceitual do eixo córtex–tronco–medula. A maioria das fibras cruza no bulbo caudal; não utilizar o traçado artístico como atlas de tratos.

N05 Neurológica

Pesquisa do reflexo patelar

Reflexos profundos

A percussão é feita no tendão patelar com o membro relaxado. O reflexo depende do nervo femoral e dos segmentos L2–L4; o nível de uma lesão exige correlação com o exame.

N06 Neurológica

Pesquisa da resposta plantar

Sinais de liberação piramidal

Estimule a borda lateral da planta, do calcanhar ao antepé, seguindo medialmente ao final. Interprete a resposta dos dedos com idade, técnica e demais achados.

N07 Neurológica

Nervo periférico e músculo

Neurônio motor inferior e sistema periférico

Raiz, plexo e nervo periférico produzem distribuições distintas. Trajetos são simplificados e o detalhe fascicular foi ampliado; a localização exige correlacionar força, sensibilidade e reflexos.

N08 Neurológica

Junção neuromuscular

Fatigabilidade e transmissão neuromuscular

A transmissão entre nervo e músculo depende de liberação, receptores e resposta da fibra. A imagem é uma representação molecular simplificada.

N09 Neurológica

Modalidades sensitivas

Sensibilidade e propriocepção

Tato, dor, temperatura, vibração e posição articular devem ser examinados separadamente e comparados entre os lados. Receptores ampliados e distribuídos de forma esquemática; as posições ilustradas não definem territórios exclusivos.

N10 Neurológica

Medula em corte transversal

Síndromes medulares

A organização transversal da medula ajuda a correlacionar sinais motores, sensitivos e autonômicos. Os territórios coloridos são esquemáticos.

N11 Neurológica

Tronco encefálico

Síndromes alternas e pares cranianos

Mesencéfalo, ponte e bulbo integram vias longas e funções de nervos cranianos. A imagem apoia a orientação espacial, não a localização exata de núcleos.

N12 Neurológica

Exame das pupilas

Reflexos pupilares

Compare tamanho, simetria e respostas direta e consensual. A iluminação da prancha é ilustrativa e não estabelece diagnóstico.

N13 Neurológica

Exame da motilidade ocular

Pares III, IV e VI

O paciente acompanha um alvo com os olhos, mantendo a cabeça imóvel. A avaliação inclui amplitude, alinhamento, diplopia e nistagmo, conforme a posição do olhar.

N14 Neurológica

Motricidade da face

Nervo facial e paresia facial

Observe fronte, fechamento ocular e sorriso em conjunto. A presença ou ausência de fraqueza frontal, isoladamente, não define a origem central ou periférica.

N15 Neurológica

Via óptica

Visão e localização topográfica

As fibras nasais cruzam no quiasma e as temporais permanecem ipsilaterais. A prancha não representa defeitos de campo visual individuais.

N16 Neurológica

Cerebelo e coordenação

Síndrome cerebelar

Vermis, hemisférios e conexões cerebelares contribuem para equilíbrio e coordenação. As divisões funcionais não têm limites rígidos.

N17 Neurológica

Prova índice–nariz

Dismetria e coordenação apendicular

A precisão, a decomposição e a oscilação do movimento são avaliadas durante a tarefa. Uma imagem estática não demonstra o desempenho completo.

N18 Neurológica

Teste de Romberg

Equilíbrio e aferência proprioceptiva

A piora ao fechar os olhos sugere dependência visual para o equilíbrio. Romberg não deve ser tratado como sinônimo de prova cerebelar.

N19 Neurológica

Marcha parkinsoniana

Marcha e movimentos anormais

Postura fletida, passos curtos e menor balanço dos braços são pistas a integrar com bradicinesia, rigidez e outros achados.

N20 Neurológica

Pesquisa de sensibilidade vibratória

Exame sensitivo distal

A vibração é testada sobre proeminências ósseas e comparada distal e proximalmente. Integre a resposta com posição articular e demais modalidades.

C01 Cardiovascular

Coração e grandes vasos

Anatomia funcional e ciclo cardíaco

Visão externa do coração e dos grandes vasos. A orientação espacial apoia o estudo do precórdio; não se trata de imagem de um paciente.

C02 Cardiovascular

Tórax e precórdio

Técnica de ausculta

O esterno, as costelas e as clavículas ajudam a orientar o exame do precórdio. Localize os espaços intercostais por palpação e confira os focos descritos no módulo.

C03 Cardiovascular

Estetoscópio: campânula e diafragma

Técnica e frequência dos sons

Campânula, diafragma e pressão de contato influenciam os sons percebidos. A técnica depende do tipo de estetoscópio e do objetivo da escuta.

C04 Cardiovascular

Palpação do ictus cordis

Inspeção e palpação do precórdio

Localização, extensão e caráter do impulso apical devem ser avaliados em conjunto, considerando biotipo e posição do paciente.

C05 Cardiovascular

Medida da pressão arterial

Pressão arterial e técnica de medida

Repouso, braço apoiado na altura do coração e manguito adequado fazem parte de uma medida interpretável.

C06 Cardiovascular

Palpação do pulso arterial

Pulsos, ritmo e perfusão

Avalie frequência, regularidade, amplitude e simetria. O achado do pulso precisa ser integrado ao restante do exame.

C07 Cardiovascular

Inspeção das veias cervicais

Jugular e congestão venosa

A inspeção venosa cervical exige posição adequada e observação das pulsações. A figura é conceitual e não fornece uma medida de pressão venosa.

C08 Cardiovascular

Edema com cacifo

Congestão e inspeção periférica

O edema com cacifo é um achado inespecífico. Distribuição, simetria, pele, jugular e contexto orientam o raciocínio.

C09 Cardiovascular

Sístole: coaptação mitral

Ciclo cardíaco e relação com B1

A coaptação mitral impede o refluxo para o átrio durante a sístole. A prancha destaca o aparelho mitral, sem representar todas as fases do ciclo.

C10 Cardiovascular

Diástole: abertura mitral

Ciclo cardíaco e enchimento

A abertura mitral permite o enchimento do ventrículo esquerdo a partir do átrio. A prancha mostra o aparelho mitral em uma fase do enchimento.

C11 Cardiovascular

Válvula aórtica e B2

Bulhas e fechamento semilunar

A segunda bulha (B2) relaciona-se ao fechamento das válvulas aórtica e pulmonar. Seu desdobramento depende da relação temporal entre os componentes.

C12 Cardiovascular

Estenose aórtica

Sopro sistólico de ejeção

A obstrução à ejeção pode gerar sopro ejetivo. Intensidade do sopro isoladamente não determina a gravidade da estenose.

C13 Cardiovascular

Insuficiência mitral

Sopro holossistólico e regurgitação

A regurgitação mitral conduz sangue do ventrículo esquerdo ao átrio esquerdo durante a sístole. O exame exige correlação com repercussão e contexto.

C14 Cardiovascular

Insuficiência aórtica

Sopro diastólico e refluxo aórtico

Na insuficiência aórtica, o refluxo da aorta para o ventrículo esquerdo ocorre durante a diástole. A imagem não quantifica a regurgitação.

C15 Cardiovascular

Estenose mitral

Ruflar diastólico e abertura mitral

A obstrução ao fluxo do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo ocorre na diástole. O estalido de abertura não está presente em todos os casos.

C16 Cardiovascular

Prolapso da valva mitral

Clique e sopro sistólico tardio

O prolapso envolve deslocamento de tecido valvar em direção ao átrio durante a sístole. Clique e sopro dependem das condições de carga e da expressão clínica.

C17 Cardiovascular

Insuficiência tricúspide

Sopros direitos e resposta à inspiração

A regurgitação tricúspide ocorre do ventrículo direito para o átrio direito na sístole. A resposta às manobras ajuda, mas não substitui a avaliação completa.

C18 Cardiovascular

Obstrução dinâmica da via de saída

Cardiomiopatia hipertrófica e manobras

A hipertrofia septal e o movimento anterior sistólico da mitral podem contribuir para obstrução dinâmica. Nem toda cardiomiopatia hipertrófica é obstrutiva.

C19 Cardiovascular

Pericárdio inflamado e atrito

Atrito pericárdico

O atrito pode resultar do contato entre superfícies pericárdicas inflamadas. A imagem é uma analogia anatômica; não reproduz nem confirma o som.

C20 Cardiovascular

Derrame pericárdico e tamponamento

Síndrome pericárdica e repercussão hemodinâmica

Derrame e tamponamento não são sinônimos. A repercussão depende da pressão, da velocidade de acúmulo e das condições cardíacas.

DA IMAGEM AO EXAME

Observe. Descreva. Correlacione.

Identifique a estrutura ou manobra, explique o mecanismo e confronte o achado com o restante do exame. As figuras são esquemáticas; não representam medidas, saturação de oxigênio nem Doppler real.

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Referências e nota de uso

Referências dos conceitos da legenda. As imagens são sintéticas e ainda precisam de revisão médica final; não são exames de pacientes.