N01 Neurológica
Córtex funcional
Neuroanatomia e localização cortical
Cores destacam os lobos e as regiões pré e pós-central. Os limites são didáticos, não um mapa individual de localização.
SEMIOLOGIA · ANATOMIA · EXAME CLÍNICO
40 ilustrações para conectar anatomia, sinais e prática. Explore a coleção, amplie os detalhes e escolha as imagens de cada módulo.
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40 imagens na coleção
N01 Neurológica
Neuroanatomia e localização cortical
Cores destacam os lobos e as regiões pré e pós-central. Os limites são didáticos, não um mapa individual de localização.
N02 Neurológica
Linguagem e afasias
A linguagem depende de redes distribuídas; os destaques não equivalem a centros isolados nem definem sozinhos um subtipo de afasia.
N03 Neurológica
Síndrome motora subcortical
A cápsula interna concentra fibras em um espaço pequeno. A lateralidade e os sinais associados devem ser analisados no exame clínico.
N04 Neurológica
Força e sinais piramidais
Visão conceitual do eixo córtex–tronco–medula. A maioria das fibras cruza no bulbo caudal; não utilizar o traçado artístico como atlas de tratos.
N05 Neurológica
Reflexos profundos
A percussão é feita no tendão patelar com o membro relaxado. O reflexo depende do nervo femoral e dos segmentos L2–L4; o nível de uma lesão exige correlação com o exame.
N06 Neurológica
Sinais de liberação piramidal
Estimule a borda lateral da planta, do calcanhar ao antepé, seguindo medialmente ao final. Interprete a resposta dos dedos com idade, técnica e demais achados.
N07 Neurológica
Neurônio motor inferior e sistema periférico
Raiz, plexo e nervo periférico produzem distribuições distintas. Trajetos são simplificados e o detalhe fascicular foi ampliado; a localização exige correlacionar força, sensibilidade e reflexos.
N08 Neurológica
Fatigabilidade e transmissão neuromuscular
A transmissão entre nervo e músculo depende de liberação, receptores e resposta da fibra. A imagem é uma representação molecular simplificada.
N09 Neurológica
Sensibilidade e propriocepção
Tato, dor, temperatura, vibração e posição articular devem ser examinados separadamente e comparados entre os lados. Receptores ampliados e distribuídos de forma esquemática; as posições ilustradas não definem territórios exclusivos.
N10 Neurológica
Síndromes medulares
A organização transversal da medula ajuda a correlacionar sinais motores, sensitivos e autonômicos. Os territórios coloridos são esquemáticos.
N11 Neurológica
Síndromes alternas e pares cranianos
Mesencéfalo, ponte e bulbo integram vias longas e funções de nervos cranianos. A imagem apoia a orientação espacial, não a localização exata de núcleos.
N12 Neurológica
Reflexos pupilares
Compare tamanho, simetria e respostas direta e consensual. A iluminação da prancha é ilustrativa e não estabelece diagnóstico.
N13 Neurológica
Pares III, IV e VI
O paciente acompanha um alvo com os olhos, mantendo a cabeça imóvel. A avaliação inclui amplitude, alinhamento, diplopia e nistagmo, conforme a posição do olhar.
N14 Neurológica
Nervo facial e paresia facial
Observe fronte, fechamento ocular e sorriso em conjunto. A presença ou ausência de fraqueza frontal, isoladamente, não define a origem central ou periférica.
N15 Neurológica
Visão e localização topográfica
As fibras nasais cruzam no quiasma e as temporais permanecem ipsilaterais. A prancha não representa defeitos de campo visual individuais.
N16 Neurológica
Síndrome cerebelar
Vermis, hemisférios e conexões cerebelares contribuem para equilíbrio e coordenação. As divisões funcionais não têm limites rígidos.
N17 Neurológica
Dismetria e coordenação apendicular
A precisão, a decomposição e a oscilação do movimento são avaliadas durante a tarefa. Uma imagem estática não demonstra o desempenho completo.
N18 Neurológica
Equilíbrio e aferência proprioceptiva
A piora ao fechar os olhos sugere dependência visual para o equilíbrio. Romberg não deve ser tratado como sinônimo de prova cerebelar.
N19 Neurológica
Marcha e movimentos anormais
Postura fletida, passos curtos e menor balanço dos braços são pistas a integrar com bradicinesia, rigidez e outros achados.
N20 Neurológica
Exame sensitivo distal
A vibração é testada sobre proeminências ósseas e comparada distal e proximalmente. Integre a resposta com posição articular e demais modalidades.
C01 Cardiovascular
Anatomia funcional e ciclo cardíaco
Visão externa do coração e dos grandes vasos. A orientação espacial apoia o estudo do precórdio; não se trata de imagem de um paciente.
C02 Cardiovascular
Técnica de ausculta
O esterno, as costelas e as clavículas ajudam a orientar o exame do precórdio. Localize os espaços intercostais por palpação e confira os focos descritos no módulo.
C03 Cardiovascular
Técnica e frequência dos sons
Campânula, diafragma e pressão de contato influenciam os sons percebidos. A técnica depende do tipo de estetoscópio e do objetivo da escuta.
C04 Cardiovascular
Inspeção e palpação do precórdio
Localização, extensão e caráter do impulso apical devem ser avaliados em conjunto, considerando biotipo e posição do paciente.
C05 Cardiovascular
Pressão arterial e técnica de medida
Repouso, braço apoiado na altura do coração e manguito adequado fazem parte de uma medida interpretável.
C06 Cardiovascular
Pulsos, ritmo e perfusão
Avalie frequência, regularidade, amplitude e simetria. O achado do pulso precisa ser integrado ao restante do exame.
C07 Cardiovascular
Jugular e congestão venosa
A inspeção venosa cervical exige posição adequada e observação das pulsações. A figura é conceitual e não fornece uma medida de pressão venosa.
C08 Cardiovascular
Congestão e inspeção periférica
O edema com cacifo é um achado inespecífico. Distribuição, simetria, pele, jugular e contexto orientam o raciocínio.
C09 Cardiovascular
Ciclo cardíaco e relação com B1
A coaptação mitral impede o refluxo para o átrio durante a sístole. A prancha destaca o aparelho mitral, sem representar todas as fases do ciclo.
C10 Cardiovascular
Ciclo cardíaco e enchimento
A abertura mitral permite o enchimento do ventrículo esquerdo a partir do átrio. A prancha mostra o aparelho mitral em uma fase do enchimento.
C11 Cardiovascular
Bulhas e fechamento semilunar
A segunda bulha (B2) relaciona-se ao fechamento das válvulas aórtica e pulmonar. Seu desdobramento depende da relação temporal entre os componentes.
C12 Cardiovascular
Sopro sistólico de ejeção
A obstrução à ejeção pode gerar sopro ejetivo. Intensidade do sopro isoladamente não determina a gravidade da estenose.
C13 Cardiovascular
Sopro holossistólico e regurgitação
A regurgitação mitral conduz sangue do ventrículo esquerdo ao átrio esquerdo durante a sístole. O exame exige correlação com repercussão e contexto.
C14 Cardiovascular
Sopro diastólico e refluxo aórtico
Na insuficiência aórtica, o refluxo da aorta para o ventrículo esquerdo ocorre durante a diástole. A imagem não quantifica a regurgitação.
C15 Cardiovascular
Ruflar diastólico e abertura mitral
A obstrução ao fluxo do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo ocorre na diástole. O estalido de abertura não está presente em todos os casos.
C16 Cardiovascular
Clique e sopro sistólico tardio
O prolapso envolve deslocamento de tecido valvar em direção ao átrio durante a sístole. Clique e sopro dependem das condições de carga e da expressão clínica.
C17 Cardiovascular
Sopros direitos e resposta à inspiração
A regurgitação tricúspide ocorre do ventrículo direito para o átrio direito na sístole. A resposta às manobras ajuda, mas não substitui a avaliação completa.
C18 Cardiovascular
Cardiomiopatia hipertrófica e manobras
A hipertrofia septal e o movimento anterior sistólico da mitral podem contribuir para obstrução dinâmica. Nem toda cardiomiopatia hipertrófica é obstrutiva.
C19 Cardiovascular
Atrito pericárdico
O atrito pode resultar do contato entre superfícies pericárdicas inflamadas. A imagem é uma analogia anatômica; não reproduz nem confirma o som.
C20 Cardiovascular
Síndrome pericárdica e repercussão hemodinâmica
Derrame e tamponamento não são sinônimos. A repercussão depende da pressão, da velocidade de acúmulo e das condições cardíacas.
Nenhuma imagem encontrada. Tente outro termo ou escolha “Todas”.
DA IMAGEM AO EXAME
Identifique a estrutura ou manobra, explique o mecanismo e confronte o achado com o restante do exame. As figuras são esquemáticas; não representam medidas, saturação de oxigênio nem Doppler real.