🫁AldenirMed89 · Módulo Crítico
Plantão + Turbo TEMI

Pneumologia Crítica

🩺 Prévia pública · revisão médica em andamento 🔒 Local · offline · sem telemetria
⏱️ Sprint TDAH de 12 min
Escolha um bloco e foque apenas nele.
12:00
Turbo TEMI 360X · consulta em camadas

DPOC GOLD 2026 + pneumonia comunitária

Formulários objetivos para diagnóstico, gravidade, tratamento e reavaliação, com os critérios e as fontes visíveis.

🧠 Um cenário por vez · 20 ilustrações widescreen · sem identificação de pacientes.

🩺 Base clínica deste submódulo aprovada em 18/10/2026.

Abrir plataforma DPOC + PAC → · Painel de erros e revisão dirigida → · Treinar: casos, flashcards, simulados e microfluxo →

Fibrose cística e micoses → · Tuberculose pulmonar → · Tuberculose extrapulmonar →

Treinar TB pulmonar → · Treinar TB extrapulmonar → · Treinar micoses →

Mal de Pott e diferenciais → · Doença relacionada à IgG4 e diferenciais →

🧠 54 casos comentados, 108 flashcards e simulados de nove temas conectados ao painel de erros.

Treino avançado: Neuro-TB → · TB resistente → · Antifúngicos → · Tratamento da IgG4 →

🔬 30 novas ilustrações e 120 passos curtos. Conteúdo novo em prévia educacional, com fontes e revisão médica formal pendente.

Plantão 60 s

Primeiros movimentos seguros

Reconhecimento e ação

Emergências pneumológicas críticas

Busque pelo fenótipo; abra o card para a primeira hora, exames decisivos e armadilhas.

Nenhum cenário encontrado.
DPOC na UTI · leitura visual

20 mapas para reconhecer, ventilar e reavaliar

Série Essencial DPOC-01 a 10 + aprofundamento Turbo TEMI 360X DPOC-11 a 20. Abra qualquer imagem para consultar o PNG original em alta resolução.

🩺 Uso educacional: parâmetros são referências iniciais e exigem integração com trajetória clínica, gasometria, mecânica respiratória, monitorização e protocolo local.
Mapa visual da exacerbação de DPOC integrando esforço respiratório, pH, PaCO2, consciência e trajetória clínica.

1. Reconheça a falência ventilatória

Integre esforço, tendência de pH/PaCO₂, consciência e trajetória. PaCO₂ alta isolada pode ser basal.

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Fluxo visual de oxigênio controlado na DPOC com alvo inicial de SpO2 entre 88 e 92 por cento, gasometria e reavaliação.

2. Oxigênio controlado, nunca omitido

Alvo inicial frequente de SpO₂ 88–92%, com gasometria e reavaliação em 30–60 min ou antes se houver deterioração.

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Checklist visual para seleção segura de ventilação não invasiva na DPOC com acidose hipercápnica.

3. Selecione a VNI com plano de falha

VNI bilevel é preferencial na acidose hipercápnica se a via aérea for segura e não houver deterioração que imponha intubação imediata.

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Checkpoint de ventilação não invasiva em 30 a 60 minutos avaliando esforço, frequência respiratória, pH, consciência e critérios de escalada.

4. Faça o checkpoint da VNI

Reavalie em 30–60 min. Piora de esforço, pH, consciência, oxigenação ou hemodinâmica exige correção rápida e possível escalada.

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Curva fluxo-tempo mostrando fluxo expiratório sem retornar a zero, aprisionamento aéreo, auto-PEEP e repercussão hemodinâmica.

5. Identifique auto-PEEP

Fluxo expiratório que não retorna a zero sugere esvaziamento incompleto, com risco de hiperinsuflação, maior trabalho e hipotensão.

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Estratégia inicial de ventilação invasiva obstrutiva para ampliar o tempo expiratório, reduzir frequência e aceitar pH seguro.

6. Dê tempo para expirar

Reduza volume-minuto, prolongue a expiração e aceite hipercapnia permissiva quando apropriada, reavaliando curvas, platô e hemodinâmica.

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Comparação visual entre pressão de pico e pressão de platô para diferenciar resistência elevada de pressão de distensão.

7. Separe pico de platô

Pico alto com platô preservado favorece resistência. Interprete o platô apenas com pausa válida e paciente passivo, junto da PEEP total.

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Algoritmo visual para hipotensão grave após intubação em paciente obstrutivo, incluindo desconexão breve, DOPE e pneumotórax.

8. Responda ao colapso pós-IOT

Desconexão breve pode aliviar hiperinsuflação grave enquanto a equipe investiga simultaneamente DOPE, pneumotórax e outras causas de choque.

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Curvas de pressão, fluxo e esforço mostrando esforço ineficaz e titulação cautelosa de PEEP externa na obstrução.

9. Trate esforço ineficaz com cautela

PEEP externa pode reduzir a carga de disparo em limitação de fluxo, mas deve ser titulada com PEEP total, platô, volume expirado e pressão arterial.

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Fluxo de extubação de alto risco para ventilação não invasiva preventiva, vigilância e reintubação sem atraso se houver falha.

10. Extube para VNI quando o risco for alto

VNI preventiva pode reduzir falha pós-extubação em pacientes de alto risco; falha estabelecida não deve atrasar reintubação necessária.

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Mapa Turbo TEMI para interpretar acidose respiratória aguda sobre crônica na DPOC integrando pH, PaCO2, bicarbonato, compensação e trajetória clínica.

11. Identifique acidose aguda sobre crônica

Integre pH, PaCO₂, bicarbonato, valor basal e trajetória. PaCO₂ isolada não define gravidade nem indica, sozinha, ventilação invasiva.

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Painel diagnóstico Turbo TEMI diferenciando gatilhos e mimetizadores de exacerbação de DPOC, incluindo pneumonia, edema pulmonar, pneumotórax, embolia, isquemia, arritmia e depressores respiratórios.

12. Procure gatilho e mimetizador

Pneumonia, edema pulmonar, pneumotórax, TEP, síndrome coronariana, arritmia e sedativos ou opioides podem coexistir ou simular exacerbação.

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Diagrama Turbo TEMI de ventilação não invasiva por objetivos mostrando IPAP para assistência ventilatória, EPAP para disparo e oxigenação, além de interface, vazamento e sincronia.

13. Titule a VNI por objetivo

IPAP apoia ventilação e alívio muscular; EPAP pode ajudar disparo e oxigenação. Interface, vazamento, conforto e sincronia fazem parte da dose efetiva.

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Semáforo clínico Turbo TEMI para reavaliar ventilação não invasiva em 30 a 60 minutos, classificando resposta como sucesso, problema corrigível ou falha com necessidade de escalada.

14. Classifique: sucesso, corrigível ou falha

No checkpoint de 30–60 min, melhoria objetiva permite continuar; máscara, vazamento e suporte podem ser corrigidos; deterioração exige escalada sem atraso.

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Curvas ventilatórias Turbo TEMI explicando a medida de auto-PEEP com pausa expiratória em paciente passivo e o cálculo conceitual PEEP total menos PEEP ajustada.

15. Meça a auto-PEEP corretamente

Use pausa ao fim da expiração com paciente passivo e ausência de vazamento. Esforço expiratório invalida a leitura; conceitualmente, auto-PEEP é PEEP total menos PEEP ajustada.

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Infográfico Turbo TEMI da constante de tempo pulmonar, tau igual resistência vezes complacência, relacionando esvaziamento lento, frequência respiratória, tempo inspiratório e fluxo.

16. Use a constante de tempo a seu favor

Quanto maior R × C, mais lento o esvaziamento. Na obstrução, ampliar a expiração e reduzir volume-minuto costuma ser mais seguro que perseguir PaCO₂ normal.

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Atlas Turbo TEMI de assincronias ventilatórias com curvas simultâneas de pressão, fluxo e esforço para reconhecer esforço ineficaz, ciclagem tardia e duplo disparo.

17. Leia pressão, fluxo e esforço juntos

Esforço ineficaz, ciclagem tardia e duplo disparo têm mecanismos diferentes. Nomear o padrão antes do ajuste reduz correções automáticas equivocadas.

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Algoritmo Turbo TEMI de teste cauteloso de PEEP externa na limitação de fluxo com passos graduais e monitorização de esforço, PEEP total, platô, volume expirado e pressão arterial.

18. Teste PEEP externa medindo a resposta

Em limitação de fluxo, pequenos passos podem reduzir carga de disparo. Reavalie PEEP total, platô, volume expirado e pressão arterial; interrompa se houver hiperinsuflação ou piora.

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Fluxo Turbo TEMI de liberação da ventilação mecânica na DPOC com prontidão, teste de respiração espontânea, tosse, secreções, extubação de alto risco para VNI e reintubação se falha.

19. Libere da VM sem mascarar falha

Combine prontidão, teste de respiração espontânea, tosse, secreções e risco. VNI preventiva pode proteger a extubação de alto risco; falha exige reintubação oportuna.

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Linha do tempo Turbo TEMI 360X da primeira hora na exacerbação grave de DPOC com ABCDE, oxigênio controlado, gasometria, gatilho, broncodilatação, VNI e checkpoint de resposta.

20. Execute a primeira hora em paralelo

ABCDE, oxigênio controlado, gasometria, tratamento do gatilho e broncodilatação avançam juntos. Se houver acidose e via aérea segura, inicie VNI e faça checkpoint objetivo.

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Decisão por etapas

Fluxos práticos

Diagnóstico difícil

Comparações de alto rendimento

Fundamentos

Conceitos essenciais

Memória operacional

Mnemônicos com limites explícitos

Segurança cognitiva

Armadilhas que mudam conduta

Apoio cognitivo

Relação P/F e peso corporal predito

ABCDE comentado

Questões Turbo TEMI

Transferência para a prática

Casos clínicos interativos

Recordação ativa

Flashcards de plantão

Rastreabilidade

Fontes primárias e diretrizes